Manaus, 04 de Maio de 2007

Número de suspeitos presos por fraudar provas chega a sete

Sit Amet, Consectetur

Subiu para sete o número de pessoas presas nesta segunda-feira na operação Vaga Certa da PF (Polícia Federal) sob suspeita de integrar uma quadrilha que cobrava de R$ 25 mil a R$ 70 mil por vagas em universidades públicas e particulares de todo o país. Dos suspeitos, dois foram presos no Rio e cinco no Ceará.

Os principais alvos da quadrilha eram cursos e medicina e odontologia de instituições cujos vestibulares são elaborados pela Fundação Cesgranrio, segundo a PF. Entre elas estão a Universidade Gama Filho, a Fundação Educacional Severino Sombra, de Vassouras (RJ), a Fundação Municipal de Saúde da Prefeitura de Petrópolis (RJ) e a UFF (Universidade Federal Fluminense), com campus em Nova Iguaçu.
De acordo com a PF, ao menos 30 alunos foram beneficiados pelas fraudes.
O esquema começou a ser investigado em agosto do ano passado. Entre os suspeitos presos estão universitários que atuavam como "pilotos", ou seja, passavam-se pelos estudantes que haviam contratado a quadrilha para realizar provas de ingresso e transferência. Por cada aprovação obtida, eles recebiam R$ 6.000.
Outro suspeito, apontado pelas investigações como chefe da quadrilha, deverá se apresentar na quarta-feira (2) à PF.
Todos os suspeitos identificados tiveram suas contas bloqueadas. Eles podem responder a processos por formação de quadrilha, falsidade ideológica e documental e estelionato.
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