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"José Florêncio é filho do Dr. Gualter Marques Batista e dona Francisca Acioli da Cunha Batista, de quem enviuvou precocemente, ficando desse casamento além dele, o Dr. Djalma Batista, médico de nomeada e escrito emérito, membro destacado da Academia de Letras e ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, desaparecido recentemente deixando imorredoura lembrança no seio da intelectualidade a quem honrou durante a sua vida, legando valioso patrimônio em obras literárias de cunho científico(...)" (Trecho do livro "Manaus: ruas, fachadas e varandas", página 244, de autoria do artista plástico Moacir Andrade, publicado em 1984, homenageando o irmão de Djalma, o Dr. José Florêncio da Cunha Batista, engenheiro civil e ex-Diretor do Senai) DJALMA BATISTA - O Ser e a Lenda"Naquela madrugada tímida do meu retorno a Manaus, entrei na Cidade, passando por várias placas, avenida, avenida(...) Nos endereços, por toda parte, o mesmo nome repetido: Djalma Batista. Com espanto, pensei, meu pai havia se transformado numa legenda. Ele virou só um nome, chorava dentro de mim aquela dor. Como sempre, ela teve o poder de me deixar embrutecida(...) (...) Ser encantador. Com simplicidade, apenas para falar um pouco do Djalma Batista, um ser que eu considerava encantador. Da nossa convivência, de quando saíamos, eu, meus irmãos e o médico com sua maletinha preta, visitando pessoas em casa e nos hospitais(...) (...) Aos sábados à tarde, comparecíamos às sessões da Academia de Letras. Perto de casa, andávamos de braços dados até lá. Ao encontrar aquelas cabeças ilustres (eu nem bem entendia o que falavam), ele ria, feliz, fazia discursos, promovia conferências. Só detestava ter seu retrato pendurado nas paredes um dia(...) (...) Nunca tive coragem de voltar a visitar o INPA. Provavelmente porque só conseguiria enxergar a paixão e o sonho dele. Invadindo o matagal, no meio das folhas, seria instalada uma imensa biblioteca. Não existiriam portas, vidros dividiriam, metaforicamente, o saber entre cientistas, de um lado, universidade ou, quem o procurasse, de outro(...) Seus projetos foram, posteriormente, realizados, quase que na sua totalidade, por muitos que o sucederam. Pouco, contudo, conseguiu presenciar. Estava demissionário do cargo de diretor e como pesquisador, obrigado que foi a abandonar planos, pesquisas, "a desocupar e entregar a canoa", como se referia ao ocorrido. "Forças explícitas" ameaçavam, permanentemente, suas idéias, nossos livros. Por fim, tanta presssão (repressão?) tornaram-no doente e foram matando-o lenta e dolorosamente, como nas torturas em moda naqueles tempos de horror(...) Crescí ouvindo falar que que gostaria de doar seu esqueleto para os estudantes. Era o que tinha para oferecer, sempre tão magro. Mas seus ossos eram de vidro, "nem para isso serviam", lamentava. Apesar de afirmar que "a Universidade tinha chegado tarde", ser professor foi a motivação maior de seus últimos anos(...) (...) Ser encantado - Dia 20 de fevereiro de 1996, ele faria 80 anos. Seres encantados não tem idade. De há muito tornou-se de domínio público, parte do lendário amazônico. Uma lenda ainda a ser contada por muitos, durante longos tempos, espero. A fim de que seja possível passar o encanto e o encantamento do ser humano aos que agora falam com naturalidade: "a festa é na Djalma Batista". E, desta forma, possam entendê-lo melhor porque a lenda, neste caso, é verdadeira. (Trechos do artigo publicado no jornal A Crítica , em 20.02.96, de autoria da professora Gilma Batista, filha primogênita de Djalma, por ocasião das comemorações do octagésimo aniversário de seu nascimento). O Complexo da Amazônia faz 20 anosPor Renan Freitas Pinto - Jornal A Crítica (Manaus) - Caderno Criação - pág D1, 26.12.96 Em 1976, Djalma Batista lançava O Complexo da Amazônia (análise do processo de desenvolvimento), livro que além de sua contribuição para o pensamento crítico sobre o processo de desenvolvimento regional, trazia importantes contribuições para diferentes campos de investigação como a história político e econômica, história do cotidiano, antropologia, sociologia e ciências do ambiente. A formação humanística de Djalma Batista , como recentemente anotou Marcus Barros em sua palestra sobre o perfil intelectual e profissional do grande médico, certamente foi o principal fator que possibilitou a articulação de todos esses campos de conhecimento para a nálise dos processos do sub-desenvolvimento regional. Djalma Batista possuía como característica de seu perfil intelectual, uma incansável busca de conhecimento, em particular do que dizia respeito à Amazônia. A aquisição e acumulação desse saber, entretato, era submetido a um rigoroso crivo crítico, através do que buscava assinalar nos autores que lia - autores que iam da literatura de ficção até os especialistas em saúde pública, geografia humana, antropologia, ecologia e ciência política - suas contribuições mais relevantes, assim como seus pontos fráfeis e seus equívocos, tudo isso de uma forma tal que servisse de roteiro a outros pesquisadores e a seus leitores, na convicçãode que uma ciência capaz de compreender e interpretar a Amazônia deveria ser produzida a partir dessa combinação de diferentes contribuições e de múltiplos métodos e processos investigativos. Nesse sentido, nossa idéia é chamar a atenção para o fato de que, apesar de transcorridos 20 anos de sua publicação, O Complexo da Amazônia não apenas continua uma leitura essencial sobre a Região, como se tornou um dos documentos mais valiosos do pensamento brasileiro sobre a questão regional e as relacões entre a Região e a Nação. Um livro que, tendo sido escrito a partir de uma perspectiva regional e local, não se limitou ao horizonte do provincianismo mas, ao contrário, faz o combate a essa tendência que é tão forte na abordagem das questões regionais. Sua contribuição, assim, continua viva, pois se constitui num daqueles poucos momentos em que a inteligência regional conseguiu realizar um processo de ruptura com as noções correntes e dominantes, criando um padrão de leitura das fontes históricas, das obras e autores que nos dá um exemplo de como buscar em cada um deles, elementos de elucidação do objeto de investigação, o atraso relativo da Amazônia. É, portanto, um livro capaz de satisfazer a diferentes interesses de leitura. O pesquisador em buscas de dados sobre a história do cotidiano do mundo rural e do mundo urbano na Amazônia encontrará em suas leitura informações surpreendentes, como é o caso da peuqena história da aviação e dos "caminhos da informação e da comunicação". Sobre o início da aviação na Amazônia podemos ler trechos como esses: "As primeiras linhas comerciais foram a Pan American, até Belém, em 1931. A Panair do Brasil (já extinta) iniciou, em 1933, os vôos semanais entre Belém e Manaus. O antigo Correio Aéreo Militar alcançou a capital paraense em 1935, via Teresina, e depois, em 1937, pela rota do Tocantins; de Belém, voou até Amapá e depois Oiapoque, sempre em hidroaviões. A Condor, depois Cruzeiro do Sul, estabeleceu a ligação do Acre, pelo Oeste, com aviões terrestres, com o que realizou uma primeira libertação de sua população até então condenada ao isolamento. Pouco a pouco, as novas linhas aviões brasileiros, foram se estabelecendo vitoriosamente, chegando a Letícia, Iquitos, Caracas, Georgetown, Paramaribo e Caiena. (...) A FAB tem usado vários aparelhos, sendo notável a atuação de dois tipos: o aeroplano Douglas DC-3, que Pedro Tupinambá chamou apropriadamente de "o cavalo dos céus", e o hidroavião Catalina, também batizado pelo mesmo Tupinambá de "o barro de carga da Amazônia", tão importantes os serviços que prestaram (pág. 256). O processo de subdesenvolvimento - Uma das idéias que orientam toda sua análise do processo de desenvolvimento é a de que nosso atraso não deve ser atribuído a fatores como o isolamento espacial, o clima e a natureza hostil à civilização e ao progresso, como habitualmente tem acontecido, mesmo na percepção de estudiosos e conhecedores notáveis. A razão principal do atraso e do subdesenvolvimento é fundamentalmente de ordem cultural e social. Os métodos de ocupação e exploração adotados nos diferentes ciclos foram predatórios e destrutivos não apenas em relação aos nossos recursos naturais, mas sobretudo em relação à diversidade sócio-cultural representada pela existência das múltiplas etnias originais, que apesar de terem sido fundamentais - através de seu conhecimento da região - para o estabelecimento da colônia, não eram reconhecidas como sujeitos culturais do processo, mas submetidas primeira condição de mão-de-obra escrava ou submetidas de algum modo. Da mesma forma, o surgimento de segmentos caboclos na formação social regional não representou o desenvolvimento de estruturas sociais que possibilitassem a afirmação de direitos civis que expressassem uma cidadania, mesmo que embrionária. Percorrendo todos esses ciclos através de ampla informação obtida nas fontes mais categorizadas, Djalma Batista vai identificar a marca principal do "processo civilizatório" na Amazônia como a violência política e a pequena ou nula importância que a elites e grupos dominantes em formação atribuiam aos direitos civis, produzindo-se assim uma situação social amorfa, onde permanece sobretudo no interior, "uma massa imensa, em completa desagregação social, vivendo em condições sub-humanas, embrutecida e avilta"(pág.88). A ruptura com esse quadro de atraso deverá ocorrer a partir de mudanças que venham se dar na esfera sócio-cultural, sobretudo com a democratização das oportunidades educacionais e culturais. Sua argumentação portanto é construída basicamente em torno da idéia de que o problema a ser enfrentado é o do "desenvolvimento dos homens". O desenvolvimento da Amazônia e sua integração definitiva ao Estado nacional brasileiro seria acelerado pela execução de programas governamentais sobretudo de âmbito federal. Essa idéia é compartilhada por Djalma Batista, com a ressalva de que sejam esses programas apoiados em um necessário conhecimento das particularidades do mundo natural e humano da região, sem o que se correo risco de se cometerem ações desastrosas e irreparáveis como temos exemplo na própria Amazônia - caso da região bragantina - e em outras partes do país e do planeta. Restaria apontar, ainda, um último aspecto da contribuição de O Complexo da Amazônia para uma nova maneira de interpretar a a questão regional, a partr de um ponto de vista multidisciplinar. Aqui estão, também, elementos importantes para uma história da ciência e da pesquisa científica na Amazônia, da mesma forma que aspectos essenciais para a reconstrução do pensamento social produzido em torno dessa configuração geográfica e humana, como anotou em autores como Samuel Fritz, Alexandre Rodrigues Ferreira, Euclides da Cunha, Charles Wagley, Arthur Reis e Nunes Ferreira.
Autoria de Milton Hatoum- Jornal A Crítica (Manaus), Caderno Criação, pág D1, em 26.12.96. Djalma Batista não foi apenas um grande médico. Suas atividades enquanto diretor do INPA, pesquisador e professor da Universidade do Amazonas já seriam suficientes para render-lhe a justa homenagem de homem íntegro e profissional competente. No entanto, ele foi mais que isso. Foi um pensador da Amazônia, um médico que refletiu sobre a nossa cultura, aqui entendida num sentido amplo: a história, as condições sócio-econômicas, a geografia, o meio-ambiente, e a literatura. Penso que ele descende de uma tradição humanista, de formação francesa, à qual pertenceram dois grandes expoentes da medicina brasileira: Oswaldo Cruz e Carlos Chagas. Nas duas primeiras décadas deste Século, Cruz e Chagas foram importantes na formação de uma escola de médico-pesquisadores em Manaus e Belém. De certo modo, Djalma Batista herdou essa formação humanista e deixou uma herança que reside, em parte, nos livros que escreveu, e também na formação de alguns dos melhores médicos e professores do Amazonas. Marcus Barros, ex-Reitor da UA e atual Coordenador do Escritório Regional da Fundação Oswaldo Cruz, é um desses exemplos da medicina amazonense. Ex-aluno de Djalma Batista, Marcus Barrros, enquanto professor, administrador, pesquisador e político, tem exercitado com brilhantismo e ousadia essa difícil junção da ética profissional com uma promessa de solidariedade. Num ciclo de palestras promovido pela Fundação Djalma Batista (fevereiro de 1996), ele sintetizou com precisão esse elo importantíssimo entre a medicina e a sociedade. Segundo Marcus Barros, "Djalma Batista foi um médico que sabia a funda as razões básicas que determinavam (e ainda deterinam) o adoecimento na Amazônia. Este médico, com a sua amplíssimavisão, mais do que entendia, interferia nas diferentes esferas, buscando controlar as variáveis que evidenciam as doenças nos povos pauperizados. Assim, por esse prisma, Djalma Batista foi também um radical". Livros como o Complexo da Amazônia ou Da Habitalidade da Amazônia, revelam não apenas a observação acurada e a argumentação teórica do médico, pesquisador e antropólogo, mas também o talento de um profissional que refletiu sobre a sua região com uma linguagem sóbria e refinada, acessível a leitores de todas as profissões. Nisso reside o talnto do médico-escritor. Um texto um pouco esquecido, editado por Philippe Daou, durante o Governo Arthur Reis, merece ser reeditado. Trata-se da introdução que Djalma Batista escreveu sobre os relatórios de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas. Os relatórios em si, são leituras obrigatórias a qualquer profissional da área de saúde, mas a introdução de Djalma Batista (Oswaldo Cruz na Amazônia) nos dá a medida exata de como se relacionava a patologia às condições sócio-econômicas e do meio-ambiente. Publicados há mais de 80 anos, os relatórios de Oswaldo Cruz nos revelam que muito pouco do que el nos propôs para melhorar as condições de vida da nossa população foi realizado. Djalma Batista, estudioso e e comentador desses relatórios, aclara as reflexões de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, e faz um breve relato histórico das condições sanitárias e epidemiológicas da Amazônia ao longo deste século. É lamentável, é espantoso mesmo, constatar a anarquia e o caos a que está a entregue a saúde pública do nosso Estado. Nesse cenário de decadência moral da administração pública, os textos de Djalma Batista nos ajudam a compreender que os problemas relacionados à saúde e às condições sanitárias da população paupérrima do Amazonas podem ser solucionados. É exatamente nesse cenário desalentador que o exemplo profissional, ético e político de um grande intelectual mantém acesar a chama da esperança. Milton Hatoum é escritor e professor de Literatura da Universidade do Amazonas. UM BILHETE DE DJALMA BATISTAJosé Ribamar Bessa Freire Do Rio, O livro O Complexo da Amazônia, de Djalma Batista, editado em 1976 pela Editora Conquista, tornou-se uma espécie de "Bíblia" para todos aqueles estudiosos interessados em entender a Amazônia. Nele, o autor sistematizou conhecimentos produzidos em diversas áreas do saber e, generosamente, nos ofereceu para reflexão o que havia de mais avançado na época. Um ano depois, na Universidade do Amazonas, começamos a discutir o livro. Seu autor, mesmo já adoentado, concedeu entrevista a um grupo de estudantes de joralismo, encarregado de pesquisar sobre o extrativismo. Depois, recebeu o mesmo grupo outra vez, para avaliar o trabalho. Com uma caneta tinteiro, Djalma Batista escreveu uma cartinha, de próprio pinho, sobre uma folha de papel almaço. Sua caligrafia firme parece mais com letra de professor, que quer se fazer compreender, do que com letra ilegível de médico. A quase veneração por Djalma Batista e por tudo o que ele simbolizava nos fez guardar o manuscrito cuidadosamente por quase vinte anos. Agora, que se comemora os seus 80 anos de nascimento, parece oportuno publicá-lo. Eis aqui: "Andei inspirado quando dediquei O Complexo da Amazônia aos estudantes e professores das universidades da região, onde se está formando a liderança que se constitui, aceleradamente, a sua elite dirigente e em quem deve repousar todo o processo de desenvolvimento. Agiu bem o professor Bessa, do curso de Comunicação Social, que distribuiu a seus alunos, a tarefa de conhecer e interpretar a Amazônia(...) (...) Sinto-me feliz por ter sido o motivo do trabalho em apreciação, dizendo que valeu a pena ter escrito O Complexo da Amazônia (finaliza com a assinatura) Djalma Batista". Cientista sério, profissional responsável, modelo de integridade e de comportamento ético, homem bom, de caráter. Depois de 17 anos de sua partida, continua fazendo uma falta danada a sua figura - tão querida - de homem público. Saudades do Doutor Djalma Batista, e santa inveja daqueles que tiveram o prazer de conviver mais estreitamente com ele. Com um por cento do cachê pago a José Carreras, poder-se-ia fazer outra edição do seu livro. (Trechos do artigo do prof. da FUA e jornalista José Ribamar Bessa Freire, publicado no jornal A Crítica, em fevereiro de 1996) MANAUS - AMOR e MEMÓRIAThiago de Mello "Concluo com o nome do meu querido Djalma Batista, que fundou e dirigiu o melhor laboratório de análises clínicas da cidade (até hoje em funcionamento ao melhor nível) e que tanto se distinguiu no trabalho a que se lançou, de mãos dadas a Moura Tapajós, a favor dos tuberculosos, em campanha que resultou na criação do Dispensário Cardoso Fontes. Obra a que se dedicou com o mesmo empenho e saber com que dirigiu, durante dez anos, o nosso INPA, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, em cuja obra, eu diria em cuja alma, o nome de Djalma está gravado em letras que o tempo não vai apagar" (Citação sobre Djalma Batista feita pelo poeta Thiago de Mello (seu amigo e a quem Djalma saudou em sua investidura na Academia Amazonense de Letras), no livro Manaus, Amor e Memória, página 146, publicado em 1983).ALGUMAS TRAGÉDIAS Extraído do livro "Os Bombeiros de Manaus", de autoria do Coronel Roberto Mendonça, 1995, páginas 48 e 49) "Em 22 de agosto, ocorreu durante a madrugada outro incêndio de grandes proporções, destruindo
a Biblioteca Pública, já instalada no cruzamento da rua Barroso onde hoje se distingue pelo seu
porte e pelas cores modernas. Naquela ocasião, esse patrimônio cultural quase desapareceu, dele
salvando-se muito pouco".
Se não puderam combater a contento o fogaréu, os integrantes da Polícia Militar foram
encarregados da segurança e da remoção dos entulhos...
Deste dia aziago para o Estado, restou à PM a palavra do Dr. Djalma Batista, em Carta que
transcrevemos do Boletim Interno Nº 147, de 27 de agosto de 1945:
"Manaus, 24 de agosto de 1945 "Louvor – O Dr. Djalma da Cunha Batista exonerou-se, a oito do corrente, doc argo de Capitão Médico desta Força,
funções que exerceu desde o dia 2 de março deste ano. Espírito de elevada cultura e educação aprimorada, o Dr. Djalma
Batista, durante o curto tempo em que serviu na Força, conquistou a estima e a admiração dos oficiais-praças e, deixou em
traços fortes, uma brilhante página de serviços. |
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